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CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DEFICIÊNCIA

Cegos ou Baixa Visão: Solicitar material pelo e-mail acessibilidade@presbiterio.org.br

Acolhendo as Crianças e Adolescentes com deficiência

Com a crescente demanda dos mais diversos tipos de deficiências, sejam elas de natureza física, mental, intelectual ou sensorial nas igrejas, surgiu a necessidade de um preparo para acolher e trabalhar com as nossas crianças e adolescentes, de forma a atender as especificidades de cada aluno. 

Atualmente o termo correto de ser utilizado é “Pessoa com Deficiência” (PCD). Esta denominação deve ser utilizada, não por ser politicamente correta, mas porque, desta forma, a questão substantiva (“pessoa”) possui mais importância do que o aspecto adjetivo (“com deficiência”).  

A deficiência é apenas uma dentre várias características pertencentes a estas crianças e adolescentes. E a referência a eles nunca deve ser pela deficiência e sim, sempre pelo nome, como é feito com todas as demais crianças e adolescentes. 

Serão seis cartilhas, que terão como objetivo auxiliar as professoras de classes de crianças, intermediários e adolescentes da Igreja Cristã Maranata a darem uma assistência adequada a seus alunos com deficiência, pois na maioria das vezes não sabem o que e como fazer para ajudá-los. As cartilhas terão os seguintes conteúdos: 

Cartilha 1 – Acolhendo a criança, intermediário e adolescente com deficiência na igreja 

Cartilha 2 – Transtorno do espectro autista 

Cartilha 3 – Deficiência auditiva e surdez (Em confecção)

Cartilha 4 – Baixa visão e cegueira (Em confecção)

Cartilha 5 – Deficiência intelectual – Síndrome de Down (Em confecção)

Cartilha 6 – Deficiência física – Paralisia cerebral (Em confecção)

Libras

O trabalho de Libras surgiu como uma necessidade voltada para levar aos surdos e surdoscegos a Palavra de Salvação eterna do evangelho de Jesus Cristo.

Foi denominado, em novembro de 2017, de “Trabalho de Assistência aos Surdos e Surdocegos”.

Estrutura do Trabalho

A perda da audição é a terceira maior causa de deficiência que atinge a população brasileira e pode estar relacionada a doenças ou acidentes. Pode, ainda, apresentar graus e tipos diversos. É importante saber que a grande maioria dos surdos não são mudos e por isso não é correto o termo “surdo-mudo”.

Os surdos não falam porque não escutam e, assim, não aprendem os sons das letras.

Surdo é a terminologia correta com que os surdos preferem ser identificados. Não é um termo pejorativo. Deficiente auditivo deve ser evitado, pois, coloca o foco em uma deficiência ou desigualdade. Os surdos não são piores nem melhores que os ouvintes, apenas diferentes.
O principal obstáculo encontrado pelos surdos é a aprendizagem da língua oficial do país, por ser de natureza distinta da língua de sinais.

Para se comunicar, o surdo utiliza sinais manuais e expressões faciais, que formam uma língua gramaticalmente estruturada, conhecida como Língua Brasileira de Sinais (Libras). No entanto, há também os que falam oralmente e fazem leitura labial – seja porque ficaram surdos quando já sabiam falar ou porque aprenderam a falar com ajuda de aparelhos auditivos ou de tratamento fonoaudiológico.

A Língua Brasileira de Sinais é uma língua visual-espacial articulada por meio das mãos, das expressões faciais e do corpo. É uma língua usada por parte da comunidade surda brasileira, sendo reconhecida desde 2002 (Lei nº 10.436, de 24 de abril) como meio legal de comunicação e expressão entre as comunidades de pessoas surdas no Brasil. Pode ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade.

Material das Classes

O material disponibilizado para as classes de crianças, intermediários e adolescentes possui o mesmo objetivo e teor profético das aulas disponibilizadas no site, sendo, entretanto, adaptadas para as pessoas surdas que frequentam a igreja, dando acessibilidade deste conteúdo Libras – Língua Brasileira de Sinais, observando minúcias da cultura e identidade surda.

As aulas terão periodicidade mensal e o material será publicado antecipadamente para o preparo das professoras para o ensino.

Esse material audiovisual poderá ser visto e ouvido ao mesmo tempo, uma vez que além da Libras o conteúdo contará com a interpretação para o português.

O material poderá ser usado como material complementar para professoras que tenham crianças, intermediários e adolescentes surdos em suas classes.

Poderá ainda servir de fonte de consulta para intérpretes e aprendizes de Libras da ICM nos seus estudos e desenvolvimento da língua de sinais.

Com a disponibilização deste material espera-se alcançar uma avanço na difusão das aulas da classes que, além das diversas línguas em que hoje são disponibilizadas, contarão também com uma versão na Língua de Sinais Brasileira – Libras.

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